RSS PMI-RS Notícias de PMI-RS Mon, 18 Oct 2021 13:09:17 -0300 Mon, 18 Oct 2021 13:09:17 -0300 Zend_Feed_Writer 1.12.21dev (http://framework.zend.com) https://pmirs.org.br/rss PMIRS e Movimento ODS RS: Capítulo é eleito coordenador de mobilização Wed, 13 Oct 2021 18:34:33 -0300 https://pmirs.org.br/noticia/visualizar/id/607/?pmirs-e-movimento-ods-rs-capitulo-e-eleito-coordenador-de-mobilizacao.html https://pmirs.org.br/noticia/visualizar/id/607/?pmirs-e-movimento-ods-rs-capitulo-e-eleito-coordenador-de-mobilizacao.html Em um texto recente, abordamos a adesão do PMIRS ao Movimento ODS, apresentamos os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e porque eles são importantes para que cheguemos em dezembro de 2030 com um mundo melhor para nós mesmos e para as futuras gerações. Para refrescar sua memória, vamos deixar aqui o link para que retome o texto e fique com a informação fresquinha para as atualizações sobre essa importante pauta.

Agora que já retomamos e estamos concentrados na importância de contribuir nas ações do PMIRS para que a gente construa juntos um mundo melhor, vamos te contar uma novidade: nosso Capítulo foi eleito coordenador de mobilização do Movimento ODS aqui no Rio Grande do Sul. Você deve estar se perguntando como pretendemos honrar este compromisso…e, por isso, vamos explicar:

  • Com a promoção de ações que contribuam para engajar e sensibilizar voluntários, profissionais, órgãos governamentais, empresas parceiras e instituições de ensino acerca da temática. Nossa pretensão é apresentar o movimento e incentivar pessoas e times a também fazerem sua parte. 
  • Por meio de participações ativas e debate de ideias em eventos externos e reuniões que tratem do futuro do movimento. 
  • Intensificando a promoção de iniciativas que contribuam com os ODS por parte das diretorias do Capítulo. 

Equipe eleita para a Gestão 2021 - 2023: 

Coordenador Geral –  Carlos Fabiano Carrano
Coordenadora Adjunta Geral – Márcia Rosane Frey
Coordenador de Mobilização – PMI-RS Seção Rio Grande do Sul Brasil do Project Management Institute 
Coordenadora Adjunta de Mobilização – Eva Seloi Santos Sarmento 
Coordenação de Comunicação – Lídia Schwantes Hoss
Coordenadora Adjunta de Comunicação – Salete Pereira
Coordenação de Projetos – Márcio Silva dos Santos
Coordenadora Adjunta de Projetos – Daiana Schwengber

Recentemente, o presidente do PMIRS Alex da Rosa participou do evento ‘ODS na Prática’ - que visa dar visibilidade às iniciativas relacionadas aos ODS. Na oportunidade, ele relatou as iniciativas que o PMIRS vem promovendo com gestores e ONGs ou projetos voltados para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social.

Entre as iniciativas apoiadas estão: Wimbelemdon, Ação Social Online PMI Brasil, Engenheiros sem Fronteiras, Centro Socioeducacional Assunta Marchetti, Gerente de Projetos do Futuro e Escola 19 de abril, de Caxias do Sul. As atividades citadas por ele são conduzidas pela Diretoria de Impacto Social e contemplam o quarto objetivo da lista de 17.

O ‘ODS na Prática’ contou com três dias de duração e os depoimentos de Alex Rosa e dos outros dois participantes - Aline Bueno (Unisinos) e Carlos Carrano (Instituto Unimed) - podem ser conferidos no YouTube.

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Certificações: PMP e PMI-ACP Thu, 07 Oct 2021 17:22:28 -0300 https://pmirs.org.br/noticia/visualizar/id/606/?certificacoes-pmp-e-pmi-acp.html https://pmirs.org.br/noticia/visualizar/id/606/?certificacoes-pmp-e-pmi-acp.html O PMI conta com certificações que atestam a capacidade profissional dos gerentes de projetos. Neste mês, vamos tratar de duas que são bem diferentes, mas que no fim das contas falam a mesma língua: QUALIFICAÇÃO. A certificação Project Management Professional (PMP) é a credencial mais reconhecida e respeitada mundialmente. Para obter, o profissional precisa cumprir requisitos de educação e experiência, aderir ao Código de Conduta Profissional e passar no exame preliminar - composto por questões elaboradas a partir do PMBOK vigente.

Pré-requisitos 

  • Ensino médio completo (Diploma de Ensino médio, grau de associado ou o equivalente global)
  • 60 meses de experiência como líder de projetos
  • 35 horas de treinamento em Gerenciamento de Projetos ou certificação CAPM®

OU

  • Graduação de quatro anos
  • 36 meses de liderando projetos
  • 35 horas de treinamento em Gerenciamento de Projetos ou certificação CAPM®

Por sua vez, a certificação Agile Certified Practitioner (PMI-ACP), foi pensada a partir do entendimento de que o mundo organizacional está sempre em movimento. Então, o Gerenciamento Ágil de Projetos supre o imediatismo do mercado, entregando projetos mais rapidamente e com menos desperdícios. A credencial atesta a capacidade do profissional em compreender os princípios e conceitos necessários e reconhece as habilidades de aplicação das técnicas e ferramentas Agile.

Pré-requisitos 

  • Grau secundário (ensino médio ou equivalente)
  • 12 meses de experiências gerais em projetos trabalhando em equipes nos últimos cinco anos. Uma certificação PMP® ou PgMP® seria o suficiente para atender a este requisito, mas não é necessário para se aplicar à certificação PMI-ACP
  • Oito meses de experiência em projetos ágeis ou com metodologia ágil nos últimos três anos. Este requisito é adicional aos 12 meses de experiências gerais em projetos.
  • 21 horas de contato em treinamentos de práticas ágeis.

O que dizem os certificados?

André Scherer de Menezes tem uma trajetória de 10 anos como gerente de projetos. Ele é certificado PMP desde fevereiro de 2018 e conquistou o credenciamento PMI-ACP em abril deste ano. A opção por procurar as qualificações se deu pelo reconhecimento profissional adquirido e pelo desenvolvimento de técnicas específicas em sua área de atuação. “Me proporcionaram maximizar o resultado esperado em cada projeto”, defende. Menezes entende que as certificações comprovam o conhecimento e a experiência adquiridos ao longo dos anos, além de serem requisitos obrigatórios para alguns projetos, como, por exemplo, as licitações de órgãos públicos.

Para ele, técnicas em Gestão de Projetos, Liderança e Gestão Estratégica voltada para os negócios resumem as habilidades básicas necessárias para encarar desafios em GP. “Cada vez mais temos equipes que se autogerenciam, que são multifuncionais trabalhando em ciclos curtos e iterativos”, entende ele. O profissional complementa analisando que as habilidades de comunicação interpessoal e solução de conflitos, quando aliadas aos conhecimentos técnicos, são importantes para profissionais nesta área de atuação.

Aos entrantes na profissão, Menezes deixou um recado: “o mundo está em transformação. Sejamos incansáveis na busca de conhecimento, profissionais, éticos, dedicados e resiliente.” Estão no radar do profissional as certificações - Disciplined Agile Senior Scrum Master (DASSM), por contemplar sua área de atuação e Professional Scrum Product Owner (PSPO), na intenção de expandir o conhecimento por meio de um aprendizado contínuo para se manter atualizado no mercado de trabalho.

Quem também é certificado PMP é Giancarlo Fontoura da Silva. Com mais de 25 anos de atuação, é credenciado desde 2017. Para ele, negociação, comunicação, empatia e persuasão são fatores importantes para a atuação profissional. Para Giancarlo, a opção pela certificação deu-se por conta da oportunidade de networking, desenvolvimento profissional e oportunidades de carreira.  “Visibilidade no mercado é um benefício”, explica.

O profissional entende que os jovens profissionais devem se preparar o quanto antes para a certificação e observa que ser membro voluntário do PMI conta muito. Giancarlo está de olho na Disciplined Agile, pois o curso poderia lhe fornecer um kit de ferramentas para otimização de processos.

Rodrigo Santos Paines também conta com longa trajetória na área. Ele atua há 12 anos como GP e, atualmente, é gerente de PMO. Paines também possui duas certificações - PMP desde 2013 e PMI-ACP desde 2017. Para ele, negociação, comunicação, organização e ideias inovadoras são pré-requisitos para os atuantes na área. Além disso, destaca que o reconhecimento do mercado foi o fator decisório. Aos ingressantes, o profissional aconselha: “Conheçam bem seus times.” Em seu radar estão a certificação Disciplined Agile Senior Scrum Master (DASSM) e o Novo Toolkit do PMI.

Se você está chegando na área, aproveite para entender direitinho o Gerenciamento de Projetos. Acesse o link.

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Esqueça os conceitos que circulam sobre diversidade Thu, 30 Sep 2021 15:10:17 -0300 https://pmirs.org.br/noticia/visualizar/id/605/?esqueca-os-conceitos-que-circulam-sobre-diversidade.html https://pmirs.org.br/noticia/visualizar/id/605/?esqueca-os-conceitos-que-circulam-sobre-diversidade.html Se você perdeu o ‘Falando a mesma língua: Gestão de Projetos por um mundo melhor’, com certeza não gostaríamos de estar na sua pele. O evento reuniu países de Língua Portuguesa para discutir diversidade e cultura em Gerenciamento de Projetos. Mas (spoiler), o encontro de 3h fez muito mais do que isso. Os palestrantes propuseram novos significados às palavras que serviram de base para o evento. E, ao ler este texto, você irá concordar com eles.

Representando o PMI Portugal Toastmasters, Ricardo Vargas abriu o evento conduzindo a palestra ‘O impacto da multiculturalidade e da diversidade na Gestão de Projetos’. O profissional conduziu os participantes a refletirem sobre o quanto, por indução dos pais e dos parentes mais próximos, as pessoas optam por buscar conforto nas suas relações, sempre buscando conhecer pessoas com gostos e pensamentos parecidos. Para ele, é preciso deixar-se levar pelas oportunidades que a vida oferece.

Como exemplo, Vargas lançou mão de suas experiências a fim de inspirar os participantes: “Já trabalhei numa equipe composta por profissionais de 62 países. Eram 62 culturas diferentes.” Para ele, trabalhar em um ambiente onde há diversidade nos deixa humanos e profissionais mais completos. “Diversidade não tem a ver com cotas, mas com aumento de criatividade e inovação, porque pessoas que concordam em não concordar é que fazem a mágica acontecer”, ressaltou.

O palestrante ainda provocou os presentes a repensarem o modo como se informam justificando que os algoritmos condicionam opiniões e abrem espaço para as fake news.  “Sem contar que faz com que o diferente não seja aceito por nós", complementou.

Na sequência, Alcides Cabral representou o PMI Angola com a palestra ‘Tchiwa Tchalua, Conviver para Vencer!’. Durante a explanação, o profissional utilizou da ‘Fábula do Pescador’ para passar a mensagem de que, em muitas oportunidades, nós já temos o que almejamos. O convidado também fez questão de mostrar o quanto Angola, Brasil e Portugal têm em comum, além da língua - referindo-se à colonização.

A contextualização de Cabral serviu para impulsionar seu pensamento: “quando o assunto é cultura, precisamos construir mais pontes do que muros.” Ele ainda fez menção à cultura organizacional ao apontar que a mesma precisa ser pensada por meio da ótica da multiculturalidade. “É preciso abranger pessoas cada vez mais diversas e não limitá-las para que não sejam elas mesmas”, frisou e acrescentou que é necessário que aprendamos a respeitar o eu do outro.

Para encerrar o evento, Mauro Sotille, representante brasileiro, apresentou a palestra ‘Promovendo a Equidade e a Inclusão no Ambiente de Projetos’. O palestrante abordou a necessidade de que os gerentes de projetos estejam abertos à diversidade e a promover a justiça de oportunidades. “Falamos tanto em igualdade, mas a verdade é que precisamos equilibrar as coisas. Equidade é a palavra”, mencionou ele ao mostrar uma imagem em que o termo estava ilustrado. Ele ressaltou que é preciso reconhecer que a sociedade impõe barreiras a uns e vantagens a outros. “Só assim acontece a verdadeira inclusão”, justificou.

Sotille também falou sobre o perigo do preconceito inconsciente ao relatar que, em muitas oportunidades, pessoas de boa conduta estão engajadas em comportamentos tóxicos. Conforme pontua, as microagressões contra pessoas diferentes atrapalham a inclusão e o sentimento de pertencimento. “Não tem nada a ver com politicamente correto. A pauta real é ser um humano melhor”, concluiu.

O evento também contou com a participação de Anibal Santos, membro fundador do PMI Moçambique. O profissional abordou as expectativas a respeito do lançamento do chapter e tratou da vontade de acolher os gerentes de projetos locais a partir da abertura da sede.

Ocorrido no último sábado, 25, o evento concedeu 3 PDus e certificação aos participantes. O encontro foi promovido por PMIRS, PMI Angola e PMI Portugal Toastmasters. Perdeu e quer saber mais? Leia a entrevista com os palestrantes.

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Liderança empática: o que é e como desenvolver Tue, 21 Sep 2021 15:25:42 -0300 https://pmirs.org.br/noticia/visualizar/id/604/?lideranca-empatica-o-que-e-e-como-desenvolver.html https://pmirs.org.br/noticia/visualizar/id/604/?lideranca-empatica-o-que-e-e-como-desenvolver.html Por ser a liderança um dos pilares primordiais para os Gerentes de Projetos, perceber as tendências nesse meio é importante para adequar as formas de trabalho à atual realidade organizacional. Pensando nisso, trouxemos a Liderança Empática para este espaço, porque cada vez mais "ser humano" tem se tornado um pré-requisito empresarial.

Então, não nos apeguemos ao nível hierárquico. Entre um CEO de uma grande organização, um supervisor de equipe, um representante comunitário, um pai e uma mãe precisa existir uma semelhança: EMPATIA. Desenvolver habilidades de liderança empática capacita pessoas para que sejam agentes de transformação em qualquer campo de atuação. Além disso, a influência positiva auxilia pessoas e equipes a alcançarem um bem comum.

Atualmente, o maior desafio é saber lidar com o lado comportamental das pessoas. É necessário estar presente integralmente, saber ouvir, incluir e conciliar situações. O mindset precisa ser: primeiro preocupar-se em manter profissionais coerentes, éticos, íntegros e fiéis a seus valores. Somente após isso deve-se focar em resultados. Isso é liderança empática - situação que está em ascensão dentro das grandes corporações, principalmente das que tem no DNA o entendimento de que são as pessoas que levam as empresas ao sucesso.

Mas, afinal, o que é empatia?

Empatia é a habilidade de perceber o outro, muitas vezes sem que ele precise reportar a situação emocional ou afetiva vivenciada. Ou seja, por meio do tom de voz ou de sua expressão, entre outras maneiras, uma pessoa pode demonstrar se está satisfeita ou insatisfeita. É preciso lançar do “colocar-se no lugar do outro”, para tentar compreender como seria se você estivesse na mesma situação.

Por meio da empatia, líderes podem exercer melhor suas funções, evitando as queixas e insatisfações de seus funcionários. Um líder empático demonstra um interesse genuíno e ativo diante das preocupações dos colaboradores. Ele será capaz de comunicar de maneira efetiva ao resto de sua equipe o que precisa fazer, de tal forma que irá despertar neles o desejo de trabalhar, tratando os objetivos que alcançarem como seus próprios. Nos dias de hoje, um líder que não se comunica e age quase com a máxima de “manda quem pode, obedece quem tem juízo” perde espaço no mundo organizacional.

Habilidades de um líder empático

Empatia - obviamente, uma pessoa que deseja se tornar um líder empático deve ser capaz de se colocar no lugar dos outros. Mas não basta compreender o que o funcionário está  pensando, é necessário ter claro para si como uma ação irá afetar cada um dos membros da equipe.

Motivação -  uma pessoa que possui habilidades de liderança empática é capaz de colocar energia e paixão no que possui, propõe e realiza, de tal forma que serve como um exemplo para seus companheiros.

Cordialidade - como é capaz de se colocar no lugar dos outros membros de sua equipe, também conseguem propor soluções ao seu redor, sendo sensível e justo com as circunstâncias individuais. Um relacionamento cordial ajuda a manter uma boa relação de trabalho e, portanto, de equipe.

Serenidade - o líder empático deve ser capaz de manter a calma em situações complicadas, emotivas ou estressantes. Para conseguir liderar sua equipe de maneira eficaz, deve se tornar um exemplo para eles. Portanto, se deixar que seus impulsos o dominem, logo perderá o respeito de seus funcionários.

Capacidade para estabelecer limites -  mesmo sendo capaz de considerar as situações individuais vividas por cada membro da equipe, um bom líder empático deve saber como se impor e manter a distância quando necessário. Caso contrário, deixará de ser um líder para se tornar mais um integrante do grupo.

E aí, está preparado para se tornar um líder empático? Então, que tal ler mais e entender o que é Gerenciamento de Projetos e quais os papéis dentro das organizações?

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Evento internacional: hora de conhecer detalhes Mon, 13 Sep 2021 11:46:16 -0300 https://pmirs.org.br/noticia/visualizar/id/603/?evento-internacional-hora-de-conhecer-detalhes.html https://pmirs.org.br/noticia/visualizar/id/603/?evento-internacional-hora-de-conhecer-detalhes.html Se você está tão ansioso quanto a gente, tá na hora de desvendar melhor esse mistério. Antes de passar a palavra aos palestrantes, precisamos salientar algumas informações básicas para que você possa se agendar para estar conosco neste que é o primeiro evento onde todos os envolvidos falam português. Então, é o seguinte: o ‘Falando a mesma língua: Gestão de Projetos por um mundo melhor’ vai acontecer em 25 de setembro, das 10h às 13h30 (Brasil) e das 14h às 17h30 – (Angola e Portugal). O evento vale 3 PDus e disponibiliza certificação.

O encontro é promovido pelo PMIRS, PMI Angola e PMI Portugal Toastmaster e será realizado online. O evento, gratuito para filiados e aberto ao público, mediante taxa de inscrição fixada em R$50, contará com três palestras. Em cada uma, haverá um representante de cada país envolvido na atividade. As inscrições podem ser realizadas por meio do link.

Agora, vamos aos palestrantes! O que será que pensam sobre e para o evento? Bora descobrir?

Alcides Cabral representará Angola com a palestra ‘Tchiwa Tchalua, Conviver para Vencer!’.

PMIRS - Por quais motivos é importante que eventos como este sejam promovidos?

Alcides Cabral -  “Eventos como este devem ser promovidos porque são pontes, são conexões entre pessoas de países irmãos, com muitas similaridades que vão para além da língua. Culturas paralelas, simbioses que vão desde a dança, ritmos, hábitos e costumes.”

PMIRS - De que forma as falas dos outros convidados complementam a sua?

Alcides Cabral - “Eu sou um felizardo, um privilegiado, tenho a sorte de partilhar este espaço com dois dos meus maiores ídolos falantes da língua portuguesa. O tema em si, a multiculturalidade, inclusão, equipes, partes interessadas e pessoas é riquíssimo e permite uma exploração muito alargada. Tenho a mais plena certeza de que serão apresentados vários prismas, perspectivas sobre o tema e haverá uma complementação que vai agregar valor importante para o público.”

PMIRS - O que você acredita que os outros dois países podem aprender a partir da sua abordagem?

Alcides Cabral - “Espero aprender mais do que ensinar. A ideia é espelhar a realidade de Angola numa visão precisa e específica sobre aspectos de cultura, comportamentos, hábitos e costumes. Desde a escolha do tema ‘Tchiwa Tchalua, um som, uma dança’, procuro trazer a realidade do país Angola, desde os valores linguísticos e culturais. Angola tem várias línguas nacionais, vários povos, vários cruzamentos. Vou levar também alguma experiência da África como um todo, os pontos de convergência e divergência dos países da região (Congo, RDC, Zâmbia, Namíbia).”

PMIRS - O que você admira nos gerentes de projetos dos outros dois países?

Alcides Cabral - “Angola é um país pioneiro na Gestão de Projetos. Temos um longo caminho a percorrer e muito a aprender. O nível de maturidade em GP, de uma maneira geral, é muito baixo. Portanto, somos consumidores dos artigos, dos conteúdos e das publicações dos profissionais dos outros países, principalmente do Brasil. Admiro, particularmente, a forma como os brasileiros simplificam e descomplicam a profissão com exemplos práticos.”

PMIRS - As características dos gerentes de projetos são universais? Todos precisam das mesmas habilidades?

A
lcides Cabral - “Existe uma base que é universal. Os princípios são universais. O respeito, a honestidade, a responsabilidade e o sentido de justiça também são. Por cima desta base têm aspectos ligados a cada pessoa e a cada contexto que são específicos. O centro da Gestão de Projetos, considero eu, são as pessoas. Se as pessoas são distintas, com origens, culturas, instruções e trabalham em organizações, com negócios, estratégias e objetivos diferentes, é natural que na Gestão de Projetos sejam exigidas habilidades diferentes, estilos de liderança e abordagens de comunicação diferentes.”

PMIRS - Como a diversidade e a cultura impactam no dia a dia dos gerentes de projetos?

Alcides Cabral - “Repito, o contexto conta. O centro da Gestão de Projetos são as pessoas. É preciso que o GP considere os aspectos culturais, comportamentais e o grau de instrução das pessoas à sua volta. Tenho a plena certeza que gerir projetos em Angola não é a mesma coisa que gerir em Portugal ou no Brasil. É necessário adaptar a forma de atuar tendo em conta o contexto, região e país.”

Mauro Sotille é o representante brasileiro e conduzirá a palestra ‘Promovendo a Equidade e a Inclusão no Ambiente de Projetos’.

PMIRS - Por quais motivos é importante que eventos como este sejam promovidos?

Mauro Sotille - “O idioma é um fator de identidade cultural muito importante em uma sociedade. O português é falado por mais de 250 milhões de habitantes no mundo – no Brasil, em Portugal, na África e na Ásia. Além de fomentar a identidade cultural, o uso do idioma tem repercussão social, econômica e política. É importante então que busquemos eventos que valorizem a nossa língua materna. Refletirmos sobre este tema é, portanto, de extrema importância, haja vista que nosso idioma é o traço principal da união entre Brasil, Portugal e outros países falantes da Língua Portuguesa.”

PMIRS - De que forma as falas dos outros convidados complementam a sua?

Mauro Sotille - “A promoção da igualdade e o respeito pela diversidade na Gestão de Projetos ajuda a garantir que as pessoas sejam valorizadas e tenham o mesmo acesso a todas as oportunidades, quaisquer que sejam suas diferenças. A visão de pessoas que residem em três continentes diferentes é muito interessante para compreendermos como o Gerenciamento de Projetos pode evoluir de forma global para abraçar a diversidade e proporcionar igualdade, promovendo uma cultura de trabalho que valoriza o talento, além dos estereótipos. Além disso, ajuda as pessoas a alcançarem seu potencial, contribuindo com o seu melhor para além de qualquer preconceito.”

PMIRS - O que você acredita que os outros dois países podem aprender a partir da sua abordagem?

Mauro Sotille - “Equipes de projeto dispõem de local de trabalho inclusivo, têm melhor produtividade e eficiência. Desse modo, os membros das equipes de projetos devem estar abertos a novas ideias e opiniões, relacionar-se aberta e confortavelmente com diversos grupos de pessoas e reconhecer o valor que diferentes perspectivas e culturas trazem. Há algum tempo já se fala sobre diversidade. Porém, chegou o momento de dar o próximo salto e entender por que não podemos falar sobre diversidade sem falar sobre equidade e inclusão. Vamos ter a oportunidade de debater a diferença entre estes conceitos e conversar sobre as ações concretas que devemos tomar para promover a diversidade, a equidade e a inclusão no ambiente de projetos. Nessa troca, eu pretendo aprender muito e talvez influenciar os colegas com minhas experiências.”

PMIRS - O que você admira nos gerentes de projetos dos outros dois países?

Mauro Sotille - “O que eu mais admiro é a paixão e a vontade de planejar e implementar projetos de forma eficaz, independentemente de quaisquer limitações. Claro que temos de reconhecer que, à medida que aumenta o número de projetos e seus componentes se tornam mais complexos, cada região tem realidades diferentes. Por exemplo, a União Europeia, principalmente por meio do seu ramo executivo, a Comissão Europeia, financia milhares de programas e projetos todos os anos. Por outro lado, países menos desenvolvidos na América Latina e África ainda relatam sérios problemas para obter apoio na execução de projetos.”

PMIRS - As características dos gerentes de projetos são universais? Todos precisam das mesmas habilidades

Mauro Sotille - “Temos observado uma importante mudança na visão do papel do gerente de projetos: cada vez mais o vemos como um facilitador, um líder servidor, integrador, resolvendo problemas, e menos como um chefe ou técnico em áreas específicas, como planejamento de cronogramas, por exemplo. Mesmo assim, há competências que todos necessitamos dominar, como o planejamento eficaz, tomada de decisão, comunicações, envolvimento com a estratégia da organização e pensamento crítico.”

PMIRS - Como a diversidade e a cultura impactam no dia a dia dos gerentes de projetos?

Mauro Sotille - “Entender que cada indivíduo é único e reconhecer nossas diferenças individuais ao longo das dimensões de raça, etnia, gênero, orientação sexual, status socioeconômico, idade, habilidades físicas, crenças religiosas, crenças políticas ou outras ideologias fortalece nossas conexões uns com os outros e nos ajudam a melhorar o ambiente de trabalho e, consequentemente, o desempenho das equipes de projetos. Quando a diversidade está presente em nossa experiência diária, essas conexões mais profundas também podem ajudar a neutralizar as crescentes divisões sociais e as ameaças ao meio ambiente natural.”

Ricardo Vargas é o palestrante vinculado ao PMI Portugal Toastmaster. Sua explanação tem como título: ‘O impacto da multiculturalidade e da diversidade na gestão de projetos’

PMIRS - Por quais motivos é importante que eventos como este sejam promovidos?

Ricardo Vargas - “O primeiro ponto é o seguinte: a língua eu acho que é um fator preponderante, quando falamos em integração e em networking. Isso porque, um dos conceitos mais básicos que temos para, vamos dizer, criar e tirar barreiras. Então, acho que iniciativas como estas permitem que você tenha países que falam a língua portuguesa discutindo suas realidades, discutindo seus desafios, de uma forma e de uma linguagem única, sem necessariamente estar fugindo dos seus aspectos locais, seus aspectos culturais. Um evento como este é uma oportunidade ímpar de integração e de troca de experiência entre esses grupos.”

PMIRS - De que forma as falas dos outros convidados complementam a sua?

Ricardo Vargas - “Bem, quando falamos em Gerenciamento de Projetos para um mundo melhor, temos que entender que isso é um processo multidisciplinar. Então, quando você tem diferentes pessoas abordando diferentes temas, mas com o objetivo, a mente, a visão final de produzir um resultado sustentável para a sociedade como um todo, tudo que eu vou falar complementa e é complementado pela fala dos meus colegas. É um conceito que eu gosto muito de falar, que é o conceito da equipe. A equipe são as habilidades complementares com um objetivo comum. Então, acredito que cada um dos convidados vai estar falando, usando as suas habilidades, sua experiência profissional e de vida, com uma pergunta em mente: ‘como conseguimos transformar o Gerenciamento de Projetos em algo que produza uma sociedade melhor?.”

PMIRS -   O que você acredita que os outros dois países podem aprender a partir da sua abordagem?

Ricardo Vargas - “Na verdade, eu acho que não são os outros países, mas todo mundo. Inclusive, quando eu dou uma palestra, faço uma conferência, estou aprendendo também. Não é só porque estou falando, às vezes na reação das pessoas, experiências das perguntas, é que está ali, vamos dizer, um grande lance, a grande sacada, a grande vantagem para mim, de estar participando de um evento como este, para o próprio crescimento. Então, você ter este tipo de percepção ajuda demais, ou seja, entender que não existe uma única forma de atuar. O fato é que eu vou aprender com a abordagem também, vou aprender com as perguntas, com a presença.”

PMIRS - O que você admira nos gerentes de projetos dos outros dois países?

Ricardo Vargas - “De outros, não vou falar especificamente dos dois países, mas de outros países, que existem diferentes formas de se abordar um determinado trabalho, de se abordar um determinado desafio, eu acho que isso é a mágica, o que me apaixona no Gerenciamento de Projetos.”

PMIRS - As características dos gerentes de projetos são universais? Todos precisam das mesmas habilidades

Ricardo Vargas - “Na verdade, todo o gerente de projetos tem um DNA de fazer as coisas acontecerem, um DNA de tentar o máximo possível produzir os resultados. É uma pessoa, vamos dizer, é um fazedor, um ‘doer’ que a gente fala. Agora, cada um está dentro de um contexto diferente e que não adianta você achar que, simplesmente, essas características vão resolver todos os seus problemas. Existe uma interface cultural, social e humana que é diferente de acordo com a região, a organização e a cultura. Então o que acontece, eu acho que existe sim, um núcleo de habilidades que são universais, relacionadas à entrega, relacionadas à própria natureza do que é o Gerenciamento de Projetos, e nessa todos precisam. Não necessariamente todos aplicam essas habilidades da mesma forma.”

PMIRS - Como a diversidade e a cultura impactam no dia a dia dos gerentes de projetos?

Ricardo Vargas - “É tudo. Existe um impacto enorme, a diversidade e cultura têm uma função fundamental se você quer fazer algo acontecer no seu projeto. Não adianta, eu já vi inúmeros gerentes de projetos competentes dentro de um contexto, mas que não souberam entender o outro contexto e falharam. Então, a diversidade e a cultura são, sem dúvida nenhuma, a habilidade do século vinte e um que nós precisamos ter. Não só para ser um gerente de projetos, mas para sermos membros de equipes de projetos e para cuidarmos da transformação."

Quer saber mais sobre o evento? Confira a matéria “Vem aí: evento internacional em português. Acesse!

Serviço

Falando a mesma língua: Gestão de Projetos por um mundo melhor

Data: 25 de setembro
Horário: Das 10h às 13h30 (Brasil) e das 14h às 17h30 – (Angola e Portugal)
PDUs: 3 PDus serão certificadas
Local: Online
Inscrições: https://bit.ly/GPemPortugues
Patrocínio: Logicalis Portugal

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Entenda o Gerenciamento de Projetos Fri, 10 Sep 2021 11:10:28 -0300 https://pmirs.org.br/noticia/visualizar/id/602/?entenda-o-gerenciamento-de-projetos.html https://pmirs.org.br/noticia/visualizar/id/602/?entenda-o-gerenciamento-de-projetos.html Para que seja possível compreender o que de fato é Gerenciamento de Projetos, primeiro precisa ficar claro o que é um projeto. Para isso, vamos recorrer à definição descrita no PMBOK®. No principal guia da profissão, o termo em questão refere-se a um esforço temporário empreendido para alcançar um objetivo único. Temporário porque tem início e fim definidos no tempo, e, por isso, um escopo e recursos definidos. Único por não se tratar de uma operação de rotina, mas de um conjunto específico de ações destinadas a atingir um objetivo em particular.

Nas organizações, projetos são criados em todos os níveis. Além disso, alguns são de extrema importância para a estratégia do negócio. É muito comum que os projetos não sejam percebidos nas instituições. E então, por não serem tratados da forma como deveriam, desgastam e fragilizam as equipes. Para auxiliar as empresas, as boas práticas de Gerenciamento de Projetos, apresentadas no PMBOK®, podem ser aplicadas em qualquer situação, segmento, área, dimensões, pessoas envolvidas, prazos e orçamentos.

O que é projeto dentro das organizações? 

  • Desenvolver um novo produto ou serviço
  • Efetuar mudança na estrutura, no pessoal ou no estilo de uma organização
  • Conceber um novo veículo de transporte
  • Desenvolver ou adquirir um sistema de informações novo ou modificado
  • Construir um edifício ou uma instalação
  • Conduzir uma campanha política
  • Implantar um novo procedimento ou processo de negócio

Então, com isso entendido, chegou o momento de compreendermos o que é Gerenciamento de Projetos. Também ancorada nos conceitos do PMBOK®, a área corresponde à aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas nas atividades do projeto a fim de atender aos seus requisitos. Nesse contexto, são cinco os grupos de processos que contemplam o gerenciamento de um projeto: Iniciação; Planejamento; Execução; Controle e Encerramento.

Além disso, são dez Áreas de Conhecimento que permeiam o dia a dia dos GPs – Gerenciamento da Integração do Projeto; Gerenciamento do Escopo do Projeto; Gerenciamento do Cronograma do Projeto; Gerenciamento dos Custos do Projeto; Gerenciamento da Qualidade do Projeto; Gerenciamento dos Recursos do Projeto; Gerenciamento das Comunicações do Projeto; Gerenciamento dos Riscos do Projeto; Gerenciamento de Aquisições do Projeto; Gerenciamento das Partes Interessadas do Projeto.

Os gerentes de projetos lidam com:

  • Balanceamento de demandas conflitantes do escopo, tempo, custo, risco e qualidade do projeto;
  • Satisfação de diferentes interessados (stakeholders) com diferentes necessidades e expectativas;
  • Alcance dos requisitos estabelecidos.

O Gerenciamento de Projetos ajuda as organizações a cumprirem os objetivos do negócio; satisfazerem as expectativas das partes interessadas; serem mais previsíveis; aumentarem a chance de sucesso; entregarem os produtos certos no momento certo; resolverem problemas e questões; responderem a riscos em tempo hábil; otimizarem os recursos organizacionais. Além de, identificarem, recuperarem e eliminarem projetos com problemas; gerenciarem restrições de escopo, qualidade, cronograma, custos e recursos; equilibrarem a influência das restrições e gerenciarem melhor as mudanças. Também assegura que os recursos disponíveis sejam alocados da maneira mais eficiente e eficaz, permitindo aos executivos seniores a perceber “o que está acontecendo” e “para onde as coisas estão indo” dentro das organizações.

Gostou de saber um pouco mais sobre o assunto? Então que tal conferir um texto sobre Project Management Office (PMO)? Acesse o link!





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PMIRS adere ao movimento ODS Thu, 02 Sep 2021 10:12:35 -0300 https://pmirs.org.br/noticia/visualizar/id/601/?pmirs-adere-ao-movimento-ods.html https://pmirs.org.br/noticia/visualizar/id/601/?pmirs-adere-ao-movimento-ods.html Ei, você já sabe o que é o movimento ODS? Ainda não? Então, já passou da hora de ficar por dentro desta pauta mundial. A partir de agora, de forma oficial, o PMIRS torna-se um signatário da iniciativa no Rio Grande do Sul. São 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Cada um deles contribui para que se chegue ao cenário ideal da Agenda 2030. Pautas ligadas à temática serão incluídas no dia a dia e no Planejamento Estratégico do Capítulo.

Para o presidente do PMIRS, Alex Rosa, articular todos os setores da sociedade e alcançar as metas a nível nacional, estadual e municipal são formas de contribuir. Além disso, a disseminação das pautas por meio de mídias sociais, palestras e diálogos também estão no radar do dirigente. “A Diretoria de Impacto Social estava alinhada ao tema do objetivo quatro, de modo informal. Agora, aderimos oficialmente”, comemorou ele.

Em conversa com Márcio Santos, diretor de Next-Gen e Impacto Social, o presidente destacou que a pauta deveria ser aderida por todos os cidadãos, pois não é necessário contribuir financeiramente, existem outras formas. Ambos comentaram que o PMIRS pode disseminar este assunto para o público e para as empresas parceiras. “Além disso, palestras, projetos, ações, cursos e desenvolvimento de aplicativos são alguns exemplos de ações que podem ser feitas por cada um de nós”, complementou o dirigente.

Márcio salientou que o setor de impacto social já está tocando dois projetos que visam o fortalecimento da temática. “Isso por meio do trabalho de 14 voluntários que estão disponíveis para ajudar com o Gerenciamento de Projetos dentro de instituições”, explicou. O time promove imersões e auxilia na resolução de problemas oriundos da falta de conhecimento em GP.

Conheça os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 

  1. Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares;
  2. Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável;
  3. Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades;
  4. Assegurar a educação inclusiva e equitativa de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos;
  5. Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas;
  6. Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos;
  7. Assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todos;
  8. Promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todos;
  9. Construir infraestruturas robustas, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação;
  10. Reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles;
  11. Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resistentes e sustentáveis;
  12. Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis;
  13. Tomar medidas urgentes para combater a mudança do clima e seus impactos;
  14. Conservar e usar sustentavelmente dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável;
  15. Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade;
  16. Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis;
  17. Fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável.

Saiba mais sobre a aderência do PMIRS ao movimento por meio do nosso Instagram. Em breve, lançaremos conteúdo explicando tudo tin tin por tin tin.

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Vem aí: evento internacional em português Tue, 31 Aug 2021 13:26:53 -0300 https://pmirs.org.br/noticia/visualizar/id/600/?vem-ai-evento-internacional-em-portugues.html https://pmirs.org.br/noticia/visualizar/id/600/?vem-ai-evento-internacional-em-portugues.html Três países reunidos para discutir diversidade e cultura em Gerenciamento de Projetos. Este é o objetivo do ‘Falando a mesma língua: Gestão de Projetos por um mundo melhor’. O evento acontecerá em 25 de setembro, das 10h às 13h30 (Brasil) e das 14h às 17h30 – (Angola e Portugal). Valendo 3 PDus e disponibilizando certificação, o encontro é promovido pelo PMIRS, PMI Angola e PMI Portugal Toastmaster. Gratuita para filiados e aberta ao público, mediante taxa de inscrição fixada em R$50, a atividade será realizada via Zoom. O evento contará com três palestras. Em cada uma, haverá um representante de cada país envolvido na atividade.

Ricardo Vargas é quem abrirá os trabalhos, representando o PMI Portugal Toastmater. Conhecido pela defesa da economia de projetos, é especializado na implementação de iniciativas globais inovadoras, projetos de capital e desenvolvimento de produtos. O GP dirigiu dezenas de projetos em diferentes indústrias e continentes, gerenciando mais de US$ 20 bilhões em iniciativas globais nos últimos 25 anos. Sua explanação tem como título: ‘O impacto da multiculturalidade e da diversidade na gestão de projetos’ e irá abordar sua experiência gerindo e trabalhando em projetos multiculturais e mostrará como o entendimento da diversidade cultural, social e o engajamento das partes interessadas adiciona valor e resultados aos projetos.

Na sequência, representará Angola. O profissional é formado em Engenharia Informática, Certificado PMP, PMI-RMP e DALSM pelo PMI e em ITIL. É membro fundador, voluntário e atual presidente do Capítulo angolano. Ele também é mentor do projeto 100 Sopas, Zungueira Leadership, construtor e influenciador de projetos e iniciativas que têm impacto positivo para o desenvolvimento da sociedade angolana. Intitulada ‘Tchiwa Tchalua, Conviver para Vencer!’, sua palestra tratará da constituição de equipes multifuncionais e autogerenciáveis. O intuito é refletir sobre ambientes de trabalho multiculturais, compostos por pessoas de diferentes países e culturas. Incentivar a partilha de conhecimento para vencer os conflitos e alcançar os resultados do projeto com sucesso também compõem o escopo da explanação.

Para encerrar o evento, Mauro Sotille, representante brasileiro, apresentará a palestra ‘Promovendo a Equidade e a Inclusão no Ambiente de Projetos’. A ideia é causar a compreensão de que os membros das equipes de projetos devem estar abertos a novas ideias e opiniões, . O profissional é especialista em Gerenciamento de Projetos, Programas e Portfólio. Com 25 anos de experiência em GP, foi responsável por mais de 50 projetos em diversos países. É doutorando em Administração de Empresas e pós-graduado em Computação e Administração, bacharel em Informática e Engenheiro.

Junto ao PMI, Mauro é membro do Board Volunteer Advisory Comitee, foi mentor para o Brasil, presidente do PMIRS e participou da revisão de diversos guias, incluindo o Guia PMBOK®, possuindo as certificações PMP desde 1998 e PMI Risk Management Professional. Também é certificado PMO, COBIT e ITIL. Membro de comissões da ABNT sobre Gestão de Projetos e Gestão de Riscos, é autor de livros na área e professor junto a Fundação Getúlio Vargas e outros cursos de pós-graduação. Atuou em empresas como HP, Saab e Dana. Atualmente é diretor da PM Tech, onde fornece capacitação profissional e consultoria a diversas organizações na implantação da cultura corporativa de projetos.

Legal, não acha? Ficou interessado na oportunidade de troca que o ‘Falando a mesma língua: Gestão de Projetos por um mundo melhor’ irá oportunizar? Então, garanta sua vaga hoje mesmo. Inscreva-se!

Serviço

Data: 25 de setembro
Horário: Das 10h às 13h30 (Brasil) e das 14h às 17h30 – (Angola e Portugal)
PDUs: 3 PDus serão certificadas
Local: online
Inscrições: https://bit.ly/GPemPortugues
Patrocínio: Logicalis Portugal 

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PMO: saiba o que é, quais as atribuições e as diferenças entre o departamento e os GPs Thu, 26 Aug 2021 17:01:46 -0300 https://pmirs.org.br/noticia/visualizar/id/599/?pmo-saiba-o-que-e-quais-as-atribuicoes-e-as-diferencas-entre-o-departamento-e-os-gps.html https://pmirs.org.br/noticia/visualizar/id/599/?pmo-saiba-o-que-e-quais-as-atribuicoes-e-as-diferencas-entre-o-departamento-e-os-gps.html Você sabe o que é o Project Management Office ou Escritório de Projetos? E se falarmos PMO no meio de uma conversa, consegue saber do que se trata? Se é do time que não está familiarizado com estes termos, chegou a hora de entender o que é e quais as funções deste departamento nos projetos organizacionais. De antemão, já garantimos um spoiler: o PMO possibilita um acompanhamento próximo das etapas de planejamento e execução dos planos empresariais.

De forma simplificada, Project Management Office (PMO) é o setor responsável por implementar e garantir a manutenção dos padrões de Gerenciamento de Projetos adotados pelas organizações. Ter um PMO dá segurança quanto à otimização dos processos e ao controle das etapas de execução. Tudo para que os propósitos da empresa obtenham o sucesso desejado. Em tempos de ampla competitividade no mundo dos negócios, o departamento tem ainda mais valor, porque mesmo que não se possa prever as mudanças do mercado, a equipe de gerentes de projetos consegue pensar em soluções para que as novidades sejam adotadas no menor tempo possível.

Mas, afinal, qual é a finalidade do PMO em uma empresa? Vamos explicar: é comum que os projetos não consigam atingir algumas das variáveis, como escopo, custo e tempo. O departamento tem o compromisso de, por exemplo, ajudar os gerentes de projetos para que tudo seja concluído dentro do prazo e dos custos previstos. Os PMOs também têm outras atribuições. As principais são: estruturação de relatórios sobre portfólios e projetos; repasse do progresso; gerenciamento de cronograma em nível de portfólio, recursos e riscos do portfólio; definição de metodologias; desenvolvimento de melhorias nos processos; determinação de métricas, distribuição de informações e facilitação da comunicação entre os times e do compartilhamento de recursos.

É possível dividir o PMO em três categorias. Confira:

PMO Corporativo: chamado de PMO Estratégico ou PMSO, é responsável por definir os padrões de gestão da corporação, ou seja, está relacionado a todos os projetos da empresa. Nesse sentido, tem conexão mais forte com os objetivos organizacionais. O Project Management Office Corporativo gerencia o portfólio, além de sinalizar e atuar na priorização dos projetos para os executivos.

PMO Departamental: também conhecido como PMO Tático, define os padrões de uma área, um departamento, uma diretoria ou uma unidade da organização. Destina-se a apoiar projetos simultâneos que acontecem dentro de determinada parte da empresa. Ele se encarrega de desenvolver e implantar metodologias e dar prioridade a projetos internos e aos gerentes de projetos departamentais.

PMO Operacional: aqui, os objetivos são bem específicos e costumam ter um tempo de funcionamento programado. Em tais situações, o PMO pode ser chamado Autônomo ou Programa-Projeto. É aplicado em projetos com um nível tão elevado de importância e complexidade que requerem a elaboração de padrões específicos.

Nesse caso, o PMO se mantém separado das operações da organização. Os conhecimentos e a experiência do gerente de projetos, bem como uma equipe mais madura, ajudam a alcançar o sucesso.

Nesta altura do texto, você deve estar se perguntando: “quais são as diferenças entre PMO e gerente de projetos?” Vamos tratar disso neste trecho final. Antes disso, precisamos esclarecer que, em algumas organizações, o PMO é formado somente por um profissional, mas, geralmente, é um setor que conta com equipe.

As atribuições de um PMO podem ser (não limitado a isso): 

  • Coordenação de esforços para que as estratégias sejam alcançadas;
  • Melhoria dos recursos compartilhados entre todos os projetos da empresa;
  • Disponibilização de informações a respeito dos projetos sob seu controle;
  • Suporte metodológico aos gerentes de projetos.
Exemplos de responsabilidades de um gerente de projetos:
 
  • Coordenação de esforços para alcançar determinados objetivos do projeto;
  • Controle de recursos do projeto;
  • Repasse de informações às partes interessadas sobre a performance do projeto.
Gostou de saber um pouco mais sobre o assunto? Então, que tal conferir um texto sobre as tendências de mercado do Gerenciamento de Projetos para os próximos anos? Segundo pesquisa do PMI, 25 milhões de novos GPs precisam entrar no mercado de trabalho até 2030. Saiba mais no link.


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Disciplined Agile: ferramentas de trabalho que se adaptam aos contextos organizacionais Thu, 26 Aug 2021 12:35:35 -0300 https://pmirs.org.br/noticia/visualizar/id/598/?disciplined-agile-ferramentas-de-trabalho-que-se-adaptam-aos-contextos-organizacionais.html https://pmirs.org.br/noticia/visualizar/id/598/?disciplined-agile-ferramentas-de-trabalho-que-se-adaptam-aos-contextos-organizacionais.html Disciplined Agile ou DA, como também é conhecido, é um kit de ferramentas capaz de orientar de forma objetiva e prática pessoas, equipes e negócios a estabelecerem a melhor forma de tocar o dia a dia das suas operações e projetos.  E o melhor: todas as possibilidades se ajustam perfeitamente ao contexto e a realidade aos quais os usuários estão inseridos. O objetivo do DA é a otimização do fluxo de trabalho dentro das organizações. Essa iniciativa é importante para que se possa gerar resultados satisfatórios, capazes de colocar as empresas em posição de destaque no mercado.

São quatro as certificações dentro do campo da Agilidade. Cada uma possui um requisito específico e, também, uma função distinta. Confira:

DASM: Disciplined Agile Scrum Master: certificação de entrada, que engloba a parte de fundamentos do kit (princípios, promessas, diretrizes, ciclos de vida, papéis) e orienta como nagevar no kit do DA para fazer escolhas de acordo com o contexto (Way of Working - WoW). Para ser aprovado no exame, o candidato precisa comprovar dois dias de treinamento oficial e não é necessário comprovar experiência prévia.

DASSM - Disciplined Agile Senior Scrum Master: certificação que prepara o profissional em questões de maior profundidade da liderança, como por exemplo, como desenvolver um time de alta performance, métricas, colaboração, dentre outros. O futuro certificado precisa dominar a arte de customizar a abordagem que irá utilizar para liderar a mudança em sua equipe. Para garantir a sua certificação, precisa realizar os dois dias de treinamento oficial e comprovar dois anos de experiência prévia.

DAC - Disciplined Agile Coach: certificação para multiplicação e compartilhamento dos conceitos do Disciplined Agile com times que buscam a agilidade para suas organizações. A certificação requer aprovação no exame e que, previamente, o interessado seja um certificado DASSM. Além disso, um dia e meio de treinamento oficial e três anos de coach em Agile são necessários.

DAVSC - Disciplined Agile Value Stream Consultant: certificação de maestria em Disciplined Agile. Credencia o portador a liderar processos de transformação ágil nas organizações como um todo. Para obter, é necessário ser um certificado DASSM. Também é preciso três dias de treinamento oficial e três anos de coach em Agile.

Com a palavra, a certificada

Para trazer a visão de quem já participou do exame e trabalha com agilidade no dia a dia, conversamos com Soedi Cármen Roso. A profissional possui certificação DASM desde maio deste ano. Para preparar-se para a prova, ela participou de um curso preparatório com a JUMP, oferecido em parceria com o PMIRS. Conforme relata, foi um plano de última hora e por já ser parte do time de certificados PMP, ela reuniu os métodos de aprendizado que havia utilizado anteriormente. “Mantive o foco em compreender os porquês, onde faz sentido usar uma prática, observar os princípios, sempre procurando conectar com a realidade”, comentou.

Aliado a isso, a certificada também anotava conteúdos em post-its e os distribuía na parede. “Li o Student Guide e partes do livro Choose Your WoW”, mencionou. Soedi também realizou um simulado e recomenda que seja aplicada uma revisão espaçada como preparação e associação dos conteúdos. Para ela, é necessário sumarizar, revisar e se concentrar no essencial, principalmente na conexão com a prática de Gerenciamento de Projetos. Também entende que é preciso desprender da intenção de decorar os conteúdos, pois as certificações do PMI exigem mais interpretação de contexto. “Não tem mágica, precisa estudar. Mas não é a quantidade de horas de dedicação que fará a diferença, mas o foco nos momentos de imersão”, sinalizou.

Soedi destacou ainda que as certificações do PMI são uma experiência de vida. “Não é uma mera prova! É uma conexão com o contexto de projetos”, elucidou. Ela ressalta que no que diz respeito aos exames no campo da Agilidade, em especial, sente que é possível ampliar a visão a respeito das práticas. “Escolhi a DASM pela abrangência e foco do que precisava no momento, pois já atuo com práticas ágeis na minha jornada”, explicou. O Disciplined Agile também integra o campo de estudos de mestrado da certificada.

Mais sobre Soedi

Certificada PMP® , DASM® e ASF (Exin Agile Scrum Foundation), a profissional é gerente de projetos e PMO na área de TI na UPF, professora em MBA Gerenciamento de Projetos, Voluntária do PMIRS desde 2016 - onde atuou como vice-presidente de Expansão e Branchs em 2020 - e mestranda em Computação Aplicada. Graduada em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, possui especialização em Gerenciamento de Projetos e Direito Tributário Empresarial, também é Técnica em Contabilidade. Soedi lidera projetos há mais de 10 anos e atuou na Contabilidade (recursos humanos, fiscal/contábil e obrigações acessórias), desenvolvimento de sistemas (ERP, SPED, Ensino, Outsourcing) e infraestrutura de TI.

Ficou interessado? Saiba mais sobre Disciplined Agile no site

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